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Quem vê cara, vê coração!

Contrariando o dito popular, no caso das embalagens dos medicamentos, transparência e comunicação simples deve ser a regra! Isso quer dizer que você precisa conseguir encontrar o máximo de informações relevantes sobre o
produto, contribuindo para o seu uso adequado. O que não couber na embalagem, deve vir discriminado no rótulo e principalmente na bula.

Fique atento ao que tem em casa ou está comprando!

Para te ajudar listamos aqui as informações que devem constar na embalagem:

• Nome comercial do medicamento (ausente em genéricos). Em caso de medicamentos fitoterápicos, deve ser apresentado o nome botânico da planta.
• Denominação genérica.
• Nome, endereço e CNPJ da empresa produtora.
• Nome do fabricante e local de fabricação do produto.
• Número do lote.
• Data da fabricação (mês/ano).
• Data de validade (mês/ano).
• Número de registro (MS seguido do número, constando 13 números, iniciando com 1).
• Composição do medicamento, quantidade e via de administração.
• Nome do Farmacêutico Responsável Técnico e número da inscrição no CRF.
• Telefone do Serviço de Atendimento ao Consumidor – SAC.
• Lacre de Segurança (toda a embalagem deve estar lacrada).
• Tinta Reativa, que, quando raspada com metal, deve apresentar a palavra “Qualidade” e o nome do laboratório; ou selo de rastreabilidade.

Dentre todas estas informações nunca deixe de observar principalmente a data de validade e a Tinta Reativa, para ter certeza de que estará utilizando um medicamento assegurado pela minimamente pela validade e qualidade.

Fique atento sempre! Quanto mais informação, melhor você pode cuidar da sua saúde e da de sua família!

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